terça-feira, 2 de março de 2010

Um dos melhores lares para insectos e ácaros...

"500 mil britânicos só trocam os lençóis três vezes ao ano!"

É sem dúvida um belo lar para insectos e ácaros.

"Cuidado ao se hospedar na casa de britânicos. Pelo menos de 500 mil deles. Este é o número de pessoas no Reino Unido que só trocam os lençois de casa três vezes ao ano! Sim, três vezes!!!

O quadro assustador foi exibido pela empresa de seguros Sheilas’ Wheels, que realizou recentemente sondagens em várias cidades. Os piores resultados foram obtidos em Londres: um quarto dos moradores admite adoptar a lavagem trimestral. Os britânicos com menos de 25 anos seriam os mais porcalhões. Os mais idosos costumam lavar mais os lençóis: três vezes por mês.

Assim, essas camas britânicas são lar de cerca de 10 milhões de insectos e ácaros.

Os investigadores culpam o frio: com as baixíssimas temperaturas, eles não conseguem sair da cama!

Fonte: Arco da Velha"

"Violaram a cabra e dono do animal exige casamento"

"Dois jovens de Matsinho, Gondola, centro de Moçambique, foram apanhados pela polícia a manter relações sexuais com uma cabra e agora os donos do animal exigem indemnização e casamento. O caso está em tribunal.

O caso de “flagrante delito” aconteceu na semana passada, no distrito de Manica, e fonte ligada ao dono da cabra disse à que o mesmo exige que os jovens sejam condenados em tribunal a casar com o animal.

Os jovens, cuja identidade não foi revelada, terão sido apanhados a manter relações com a cabra no âmbito de uma espécie de ritual satânico.

“No preciso momento que fui ver, a cabra apresentava corrimentos, o sexo estava inchado. Um dos jovens estava nu enquanto segurava a cabeça, e outro a fazer sexo com o animal”, contou uma testemunha aquando da detenção policial.


O procurador distrital de Gondola, Leonides Mapasse afirma o seguinte:
“Recebi o caso e já o remeti ao tribunal. Mas os jovens serão ouvidos em juízo por furto simples qualificado e não necessariamente por prática sexual, pois a nossa Constituição não acomoda este tipo de acto”.

O proprietário da cabra, segundo fonte familiar, exige o casamento e que jovens sejam condenados a ressarcir os danos causados à cabra, além de terem de pagar “lobolo”, um ritual tradicional que reconhece a união marital e segundo o qual o homem compensa a família da mulher.

O tribunal distrital de Gondola devera julgar os jovens num processo sumário ainda este mês.


Fonte:
Jornal de Notícias"

Meteram-se com a Cabra agora resolve-se à moda antiga, casam-se e mais nada! (risos)

Os 10 grupos portugueses mais insólitos do Facebook

Uma noticia que o jornal "i" publicou em Agosto e que não resisti em aqui colocá-la.

"por Luís Leal Miranda, Publicado em 04 de Agosto de 2009

Fãs de pinguins, militantes da pastilha elástica, gente que odeia férias: bem-vindos à vossa casa

1. Fãs do Pedro Pinto

(90 membros)

Se googlarmos o nome "Pedro Pinto" obtemos imediatamente três resultados: um jornalista desportivo, um empresário que vende pela internet uma fórmula para enriquecer e um músico. Qual deles tem um clube de fãs no Facebook? Nenhum. Pedro Pinto, o boneco (tipo Nenuco) que acompanha a actriz, cantora e agora noiva de jogador de futebol, Luciana Abreu, ele sim tem um grupo de apreciadores online. Tudo começou quando apareceu uma foto da irmã da cantora com o boneco ao colo na final do Festival da Canção. À imprensa cor-de-rosa, Luísa Abreu justificou assim a presença do acompanhante inanimado de plástico: "É com o Pedro Pinto que ela [Luciana Abreu] desabafa, que lhe transmite força e coragem para enfrentar a vida". As aparições públicas do boneco repetiram-se, as gargalhadas também. "Essa fotografia andou a circular pelo meu grupo de amigos e suscitou reacções tão galhofeiras que achámos que era importante estender a galhofa", conta Joana, responsável pelo clube que parece ter estabilizado pouco antes dos 100 membros - e nem mesmo uma aparição no Carnaval da Oiã valeu a PP (como é conhecido entre estes amigos) um acréscimo de fãs.

2. Pessoas que gostavam de se chamar "de" qualquer coisa e não conseguem

(60 membros)

À primeira vista pode parecer mais um grupo galhofeiro, mas este ajuntamento promovido por Carlos Abreu é quase uma experiência sociológica. Visa mostrar a "futilidade" do Facebook, "uma ferramenta aparentemente inofensiva e até de grande utilidade" mas com "um lado perverso". É também uma provocação num país onde o nome de família ainda conta muito: "Quis suscitar reacções, saber se o meu nome fosse de facto Carlos de Abreu ou Carlos Abreu modificaria a quantidade de conhecimentos que iria criar", resume Carlos.

3. Fãs do Senhor Nicolau

(28 membros)

Nos anos 60, uma série de pinguins ficaram presos nas redes do barco português Ilha de São Nicolau que navegava ao largo da África do Sul. O comandante trouxe-os para terra e entregou-os a todos ao Jardim Zoológico de Lisboa. Todos menos um: dentro de uma caixa de sapatos, Senhor Nicolau viajou até Aveiro, onde ainda vive. Come um quilo de peixe por dia e só toma banho de mangueira, segundo uma reportagem feita pela SIC e com honras de horário nobre. O suficiente para ter um clube de fãs? Para Dina Alves, sim. "A história chamou-me a atenção pelo gosto que tenho por animais, mas sobretudo por alguns pormenores que foram destacados na peça e me divertiram bastante, como a vida amorosa deste pinguim e alguns dos seus hábitos diários", conta a responsável pelo grupo. E dá exemplos do charme discreto desta ave desterrada: "Teve uma única namorada, durante sete anos e meio, uma gaivota que acabou por partir e nunca mais voltar; gosta de verdinhos e fanecas, mas não de sardinhas".

4. Pessoas que não querem sequer que o Miguel Ângelo se despeça do público.

(44 membros)

No final de 2008 os Delfins anunciaram, com pompa, circunstância, e nenhum entusiasmo, o final da sua carreira. Boas notícias para os que a vêem como banda que agoniza pelos topes há quase uma década; más porque outros não concordam com o final do grupo apenas em Dezembro de 2009. E a indignação, como não podia deixar de ser, chegou ao Facebook. Este grupo está na categoria de ?auto-ajuda? porque, segundo a administradora do grupo, Filipa Guimarães, "aquilo para mim não é música, nem sei que estilo é nem quero saber". A ideia é juntar o maior número de pessoas que não quer voltar à "Baía de Cascais" e outros temas alcançáveis pela A5.

5. Anti-Facebook

Estes grupos seguem a lógica retorcida de Groucho Marx que afirmou um dia: "Não posso pertencer a um grupo que me aceite como sócio". No Facebook, os grupos anti-facebook são imensamente populares: na rede contam-se mais de 500 entradas, vindas de todo o mundo. Não há grande justificação para a existência destes grupos para além de um gosto descontrolado pela ironia - o equivalente a criar uma petição online contra a internet ou organizar manifestações contra a lei da gravidade. Em português há ainda o Grupo de Pessoas que já estão Fartas de se Juntarem a Grupos. Faz sentido.

6. Pessoas que acreditam nos Glutões do Presto

(40 membros)

Os grupos no Facebook funcionam sobretudo seguindo estes quatro passos: ver o nome do grupo, dar uma gargalhada, aderir ao grupo, esquecer que o grupo existe. É por isso, e pela facilidade com que se criam, apagam e recomeçam estes agregadores de interesses, que há tantos grupos. O Pessoas que Acreditam nos Glutões é tão popular como inverosímil, mas justifica perfeitamente a criação da subcategoria "completamente inútil" dentro categoria "entretenimento".

7. Quero uma pastilha decente no Epá

(2.315 membros)

Slacktivism é um neologismo inglês usado para designar o apoio a causas humanitárias, direitos dos animais, etc., sem quaisquer efeitos práticos. Um exemplo clássico: ?Clique neste banner e ajude a combater o aquecimento global?. Os internautas conseguem uma sensação de satisfação e dever cumprido sem terem feito realmente nada. No Facebook proliferam os convites para nos juntarmos a ?causas?, quase todas relacionadas com animais em vias de extinção ou crianças famintas. Quase todas inconsequentes. Mas depois vemos o grupo "Quero uma Pastilha Decente no Epá" e o nosso coração derrete-se. O administrador do site pede "o regresso daquela bola que tanto nos prazer nos dava" e um dos membros recorda "a langonha corante já meio derretida" que antecipava a pastilha.

8. Pessoas que apoiam Pessoas que querem reaver os óculos

(54 membros)

É mais um exemplo de altruísmo extremamente localizado. Mais que um grupo de pessoas preocupadas, este é agregador de pessoas que se conhecem e usam o mural do grupo para trocar private jokes. Da mesma maneira funcionam grupos como Pessoas que Gostam do Bacalhau com Natas da Paula ou Pessoas que querem saber mais que a Irmã Lúcia.

9. Grupo de Pessoas que aparentam ser muito mais novas do que realmente são

(4 membros)

O Facebook tem 250 milhões de utilizadores. Desses, 390 mil são portugueses. De entre essa amostra, quatro pertencem ao "Grupo de pessoas que aparentam ser muito mais novas do que realmente são". Cabem todos num táxi. Que conclusões retiramos daqui: a) todos os portugueses acham que têm uma relação aspecto-idade justa; b) os portugueses têm mais que fazer do que juntar-se a um grupo destes.

10. Como eu odeio férias

(1 membro)

O grupo mais pequeno do mundo? Sandra Cândido está sozinha nesta sua causa. Com tanta coisa para odiar, parece que esta mulher de Viseu, 37 anos, escolheu a menos popular - a assunto mais odiada para estes lados, já agora, é acordar cedo. A justificação para detestar os meses de Verão em que não se faz nada é a "nostalgia de final de ano". Um sentimento nobre, é verdade, mas até agora não correspondido."

Por esta altura o número de grupos aumentou, tal como aumentou o Insólito.
Parece que o Facebook está a enraizar-se nos portugueses que aderem em força cada vez mais. Desde filhos, a pais, até avôs e netos, primos e enteados.
É caso pra dizer quem ainda não aderiu a esta rede social?

Até eu já fui apanhada. Resta saber é por quanto tempo.
Quanto aos grupos, ando a ponderar a qual me devo juntar(risos)!